Erros do INSS: o que poucos sabem sobre as revisões de benefícios
Erros do INSS: o que poucos sabem sobre as revisões de benefícios
Muitos segurados acreditam que o valor concedido pelo INSS é definitivo.
Mas o que poucos sabem é que erros de cálculo e falhas administrativas são mais comuns do que se imagina, e podem ser corrigidos, desde que dentro do prazo legal.
Por que o INSS erra?
Relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU) já identificaram inconsistências em milhares de benefícios.
Esses erros acontecem por motivos como:
-Falhas de sistema no cruzamento de dados;
-Contribuições não computadas corretamente;-Atualizações salariais ignoradas;
-Falta de análise de períodos trabalhados.
O que diz a lei
O art. 103 da Lei 8.213/91 estabelece que o segurado tem 10 anos para pedir a revisão do ato de concessão do benefício.
Durante esse prazo, é possível solicitar uma revisão administrativa diretamente ao INSS ou buscar apoio jurídico especializado.
Exemplos de revisões conhecidas
-Revisão do Teto
-Revisão por erro de cálculo-Revisão da Vida Toda (em discussão no STF)
-Revisão de tempo especial não considerado
Conclusão
Erros acontecem, até dentro do INSS.
O importante é não aceitar o benefício sem conferir e buscar orientação de quem entende do assunto.
Uma simples revisão pode mudar completamente o valor que você recebe.
Quer saber se o seu benefício pode ser revisado?
Entre em contato com nossa equipe e descubra o que pode ser feito no seu caso.
Muitas pessoas sofrem em silêncio achando que não têm direito a nada.
Outras acham que consultar um advogado é caro ou complicado.
Aqui na Orienta Jus, a orientação vem antes do processo.
Se você tem dúvidas sobre benefício, pensão, separação ou direitos da família, me chama.
Às vezes, uma conversa evita anos de prejuízo.



Nenhum comentário